Então, me enchi do Dissonância Magnética e estou encerrando as atividades. Vou começar outro blog, completamente diferente (ou nem tanto). Se um dia eu mudar de ideia, voltarei gritando mióóóólos, assim mesmo, cheio de ós e acentos. Por enquanto, já que não atualizo, fecho as portas.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Festival de Gramado - Abertura
Pois eis que mais uma vez estou no tal do festival Mundial de Publicidade de Gramado e mais uma vez anunciaram o Olivetto, só que dessa vez ele veio mesmo. Acabo de chegar ao Bangalôs da Serra, meu hotel oficial em Gramado desde o último festival, após um saboroso jantar no St. Gallen, restaurante agradável e de bom preço (pros padrões de Gramado). A internet aqui é terrível, por isso as postagens durante minha estadia serão alltype.
Organização
Famosa por ser terrível, a organização do Festival continua uma merda. Tumulto na entrada das atividades, atrasos e essas coisas que só o Festival Mundial de Publicidade de Gramado faz por você. Acho que ele é bienal justamente pra dar tempo de esquecer a zona que foi o anterior. Enfim, sempre vale pela diversão e para ver um pouco de boa propaganda.
Abertura
Aquele falatório típico de qualquer abertura de evento. A governadora chegou atrasada, mas se fez presente e, fora pequenos deslizes, falou bem até. Um petista (ou coisa que o valha) tentou puxar uma vaia, mas vaiou sozinho. O destaque da abertura foi o prefeito de Gramado, que nos adiantou o calendário de eventos até a próxima eleição. Cansativo.
Palestra
A palestra do Olivetto foi exatamente o que eu esperava: não falou nada de útil, mas mostrou propagandas legais. Umas velhas, outras novas... Iniciou fazendo anúncio de seu novo livro, que até vou ver se compro. Resumidamente, palestra mesmo não teve, foi aquela tradicional aparição de figurão da propaganda: mais entretenimento que conteúdo. De qualquer forma, é sempre inspirador ver essa gente falando.
Tietagem
Foi deveras divertido ver as tietes correndo para tirar fotos e entregar portifólios. Velhas, velhos, novas, novos... mais novas e novos, afinal, o público-alvo do festival continua sendo os estudantes universitários. Destaque para uma fotógrafa credenciada que passou a sua câmera para um colega tirar a foto dela com o ídolo.
sábado, 11 de abril de 2009
Quem lê, viaja - Índio
Para finalizar, o filme com o índio. Resolvi postar duas hoje pra acabar logo com isso, tomar vergonha e pesquisar novidades. Não que essa campanha seja novidade, diga-se.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Quem lê, viaja - Robô
Bem, como prometido, lá vai o primeiro filme da campanha "Quem lê, viaja". Uma coisa que me incomoda nessa campanha, aliás, é essa vírgula separando o sujeito do predicado. Há gramáticos que aceitam, mas eu não curto. Principalmente em uma campanha de incentivo à leitura.
Nessa Páscoa, dê um brócolis do Ben 10!
Nem todo mundo conhece o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), então vamos apresentá-lo. O Idec é uma dessas ONGs/coisa-que-o-valha que supostamente luta pelos direitos dos cidadãos. Eles nunca perguntaram nem a você nem a mim o que pensamos, mas vivem tomando decisões por nós.
A última delas visa a coibir a oferta de brindes e o uso de personagens infantis em alimentos considerados "do mal" pela entidade. Segundo Marcos Pó, gerente de testes e pesquisas do Idec, os ovos de Páscoa com brinquedos são nocivos no processo de educação alimentar das crianças, atrapalhando os esforços dos pais e blablablá. Como se um pai fosse escolher o presente pelas informações nutricionais. "Filhão, olha só o que o coelhinho trouxe pra você! Um brócolis do Ben 10!".
Ora, ora. Não sei quem o Idec consultou antes de levantar essa fantástica bandeira, mas eu acho isso tudo uma palhaçada. Já começa partindo do pressuposto que um pai não tem autoridade perante seus filhos. Imaginem o diálogo:
- Papai, eu quero um ovo de Páscoa.
- Não.
- Mas eu querooo....
- Não.
- Por favoooorrrr, é do Homem Aranha.
- Ah, então se vem com um brinde legal e tem uma embalagem colorida pode levar.
Povo do Idec, se querem defender os direitos do consumidor, comecem respeitando o direito de comprar um chocolate com brinde. Eu, quando criança, adorava colecionar essas porcarias. Quero ter o direito de dar chocolates, lanches rápidos, biscoitos, chinelos, iogurtes e qualquer outro produto com brindes divertidos para meus filhos. Inclusive ovos de Páscoa. Peço que me deixem decidir, que não me tirem os direitos que vocês se propõem a defender.
Ficarei feliz se vocês passarem a usar o tempo vago de vocês lutando por um atendimento decente por parte das empresas de telecomunicação, bancos, operadoras de cartão de crédito, etc. Os ovos de Páscoa, deixem como estão. Nós, consumidores, temos discernimento e inteligência para tomarmos nossas decisões.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Chapeuzinho Vermelho já era
Em homenagem ao Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil e inspirado pelo Dia do Propagandista, vou postar mais um vídeo hoje. Como os mais astutos devem ter imaginado, a propaganda é sobre livros. Mais especificamente sobre leitura.
No Brasil, tivemos a campanha "quem lê viaja", do Ministério da Educação e do Desporto, que eu já providenciei e prometo postar nos próximos dias. Mas hoje vou postar um filme gringo, da Literacy Foundation. Não que seja melhor que os nossos, pois gosto muito deles, mas porque eu só me lembrei dessa campanha depois que comecei a escrever esse post e porque o blog é meu e eu faço como quero.
Focando no assunto, é um vídeo deveras FODA, que pega alguns dos principais ícones da literatura infanto-juvenil como protagonistas, remetendo às historinhas que ouvíamos/líamos/assistíamos quando crianças. E fica a pergunta: e a Chapeuzinho? Se não entendeu, assista.
Escapadinha
É, galera. Tem horas que a gente cansa da mesmice e pensa em dar aquela variada. Há quem fique só no desejo e há quem não resista e caia na tentação. Pois o protagonista desse filme não resistiu. Excelente anúncio que mostra um pouco da natureza masculina e outro tanto da personalidade dos argentinos.
terça-feira, 31 de março de 2009
Até aonde vai seu preconceito?
Mais um dos belos filmes da Anistia Internacional, este abordando o preconceito racial e a xenofobia. O babaca da vez é um português, atacando um negro e outras etnias, mas poderia ser qualquer um atacando qualquer "raça". Inclusive, mesmo que pareça improvável, um "estadista" de algum canto da América Latina ofendendo brancos de olhos azuis.
O importante é que todos os tipos de preconceito sejam tratados como crime, em qualquer lugar do mundo, independentemente da posição social do agressor e do agredido. Pena que isso não ocorre no Brasil.
sexta-feira, 27 de março de 2009
E se fosse coisa de crioulo?
Eis que nossa autoridade maior, Luiz Inácio Lula da Silva, resolve abrir a boca para regurgitar sua sapiência. "A crise foi causada por comportamentos irracionais de gente branca de olhos azuis", disse o o Presidente da República Federativa do Brasil, com a mesma desenvoltura de um bêbado fanfarrão filosofando com os colegas de botequim.
Seu Lula, minha mulher é branca de olhos azuis, assim como a maior parte da família dela e milhões de outros brasileiros. Aliás, em tempos nos quais é bonito defender as minorias, as pessoas brancas de olhos azuis deveriam ser olhadas com carinho, pois representam uma reduzida parcela da população brasileira.
Enfim, sem discutir aqui o conceito de minoria adotado pelo Governo Federal e pel@s filósof@s da USP, fico imaginando se ele tivesse dito "essa crise é coisa de crioulo". Pergunto: qual a diferença entre atacar racialmente os negros e os brancos de olhos azuis? A onda do politicamente correto às vezes parece valer apenas para quem está listado na cartilha.
"Esse é o país de todos. De todos. Menos dos brancos de olhos azuis. Meu nome é João, eu sou brasileiro. Amo o meu país. Viva Luiz Inácio Lula da Silva."
Para não perder o foco do blog, segue uma das mais sensacionais propagandas políticas já veiculadas no país.
terça-feira, 24 de março de 2009
Intendeu ou quer que esprique?
Foto: Guido Nunes/Gazeta Online